Às vezes o que parece "só fase" tem uma origem que pode ser identificada cedo. Um cuidado que caminha ao lado do desenvolvimento do seu filho.
Agendar avaliação pelo WhatsAppSe seu bebê não dorme, você sabe o peso disso. As noites em claro, a culpa de achar que está fazendo algo errado, o cansaço que ninguém enxerga. Você não precisa continuar apostando que "vai passar". Dá pra entender a origem, e dá pra cuidar disso antes que vire um caminho mais longo.
Muitas vezes o que aparece como choro, refluxo ou a cabecinha sempre virada para o lado não é "só uma fase", é o corpo do bebê pedindo ajuda para se ajustar. Partos mais longos, uso de fórceps, prematuridade ou até a posição do bebê na gestação podem deixar tensões que o recém-nascido ainda não consegue resolver sozinho. É por isso que alguns bebês têm dificuldade de ficar de bruços, se desesperam ao sair do colo, ou parecem sempre desconfortáveis, mesmo alimentados e trocados.
Identificar isso cedo importa. Quanto antes o corpo do bebê recebe esse cuidado, mais fácil é ajudar no desenvolvimento motor e no conforto dele nos primeiros meses.
Identificar a dor do seu bebê cedo faz diferença para os dois. Para o desenvolvimento dele, e para você, que passa a entender o que está por trás daquele choro que não parava.
Dra. Selma F. F. Duarte é osteopata especializada em cuidado pediátrico, com foco em crianças e adolescentes. Seu trabalho parte de um princípio simples: o corpo da criança busca equilíbrio, e quando alguma tensão impede esse equilíbrio, aparecem sinais: no sono, na digestão, na postura, no comportamento.
"A Melissa começou com a Dra. Selma ainda com dois meses, quando estava com a cabecinha torta, muitas cólicas e chorava demais, e nem fazia tummy time direito. Foi acompanhando com ela que a rotina da minha filha mudou, o sono melhorou muito e eu finalmente entendi o que estava por trás daquele choro. E não foi só a Melissa: a Dra. Selma também me atende, e isso mudou minha própria relação com a maternidade, me trouxe mais equilíbrio pra lidar com tudo isso."— Nayara Pala, mãe da Melissa · Alfenas
Não. O acompanhamento com o pediatra continua sendo essencial, e a osteopatia entra como um cuidado a mais, nunca no lugar dele. A Dra. Selma trabalha lado a lado com o que o pediatra já orienta, olhando pro corpo do bebê de um outro ângulo, sem contrariar o que a família já vem construindo com o médico.
Desde o nascimento. É comum recém-nascidos iniciarem o acompanhamento ainda nas primeiras semanas, principalmente depois de partos mais complicados, como uso de fórceps ou trabalho de parto prolongado. Nessa fase, a osteopatia pode ajudar no sono, no refluxo e na postura do bebê.
Cada bebê passa por uma avaliação individual, então o número de sessões varia caso a caso. Muitas famílias já percebem os primeiros sinais de resposta ainda na primeira sessão.
Não. A osteopatia trabalha com toques leves e não invasivos, respeitando o ritmo do bebê durante toda a sessão.